Archive for Volkswagen

Kombi: um sucesso brasileiro

O nome Kombi vem de Kombinationsfahrzeug, que no idioma alemão significa veículo combinado ou combinação do espaço para carga e passeio. No Brasil, a Kombi começou a ser produzida em 1957. Foi, na verdade, o primeiro Volkswagen a ser produzido no Brasil (O Fusca era importado e montado aqui apenas). Sua grande vantagem era a grande capacidade (810kg) num pacote compacto (apenas 21cm a mais que o Fusca), podendo levar 9 passageiros.

Pela ausência de concorrência (Rural e Veraneio eram os únicos, e eram muito caros, tinham motores beberrôes de 6 cilindros, e capacidade de passageiros menor) a Kombi teve enorme sucesso, e ainda tem. Foi o veículo preferencial para transporte escolar, para feirantes, para entregas e encomendas urbano, e até hoje atrai pela robustez e baixo custo de manutenção, pela praticidade da porta lateral de acesso a carga, e pelas reduzidas dimensões. Aliás, o grande diferencial da Kombi, quando lançada nos anos 50, foi que a carga ficava posicionada entre-eixos, não alterando o balanço de suspensões e freio da mesma forma que numa caminhonete convencional.

Equipada com o confiável boxer de 4 cilindros, com um diesel 4 cilindros em linha baseado no AP, e hoje com o motor 1.4 do  Fox, a Kombi permanece como furgão confiável e de baixo custo, sucesso que não tem igual em nenhum outro país do mundo!

Abaixo uma pequena galeria mostrando a evolução da Kombi brasileira:

Leave a comment »

Rodas do Fusca: versões e modelos

Vamos conhecer os modelos de rodas do Fusca ao longo da história? Clique nas imagens para ver fotos ampliadas:

Leave a comment »

Os “moscas-brancas” da Vokswagen: Karmann-Ghia TC, TL e Variant

Karmann-Ghia, esportivo inspirado no Porsche 911

Karmann-Ghia TC

Dentre os diversos modelos que a Volkswagen lançou no mercado brasileiro para oferecer mais alternativas além do Fusca, estão alguns carros clássicos mas pouco comuns: O Karmann-Ghia TC (versão “modernizada” do Karmann-Ghia original, inspirado nos Porsche), a Variant, “station-wagon” construída sobre a plataforma do Fusca, e o TL, versão “fastback” da Variant. Cada um deles tem suas peculiaridades, mas tem em comum a plataforma do fusca, com sua suspensão de barras de torção e motor boxer, o desenho do conjunto ótico dianteiro, mas cada um deles com sua peculiaridade.

TL Volkswagen , fastback do zé do caixão

TL, versão fastback do "Zé do Caixão"

O Karmann-Ghia TC foi inspirado no Porsche 911 do anos 60, possuía motor 1600 derivado da Variant e do TL, que, embora oferecesse desempenho acima dos outros carros da linha VW, estava longe do esportivo que o inspirou. Ainda assim, era um carro que chamava a atenção pelo seu desenho esportivo e arrojado. Tinha 2 carburadores e 50 cavalos, turbina de ventilação acoplada ao virabrequim, mas a mecânica era comum, no resto, à toda a linha Vokswagen. Seu sucesso foi limitado devido ao preço, que o colocava próximo demais de carros com motor bem mais potente, como o Dodge Dart, ou Corcel GT.

Variant, station wagon da volkswagen

Variant, nosso "station wagon" popular

A Variant e o TL derivam do “Zé do Caixão”. Derivado dele, a fábrica seguiu a tendência natural da linha européia, lançando o dois volumes e meio (fastback) TL e a perua Variant. Ambas possuíam a mesma motorização do 1600, porém o estilo de carroceria fez toda a diferença. Além da pequena área de carga na dianteira, agora havia um amplo espaço na traseira, ampliado pelo motor horizontal, que ocupava bem menos espaço (a ventoinha ficava agora montada no virabrequim) – no caso da Variant, o espaço total para carga chegava a 640 litros. De resto, um Vokswagen, interior simples, robustez mecânica e durabilidade.

Uma nota memorável cabe à Variant II, com visual semelhando ao da Brasília, mas com algumas inovações mecânicas dignas de nota: suspensão dianteira McPherson herdada do Passat, e suspensão traseira tipo trailing-link da Kombi (a roda traseira não tinha alteração nem de convergência nem de cambagem com o curso da suspensao).

Se você é o feliz proprietário de qualquer um destes modelos, saiba que a Líder 101 tem peças para você manter seu carro em condição de novo, sempre. Visite hoje mesmo nossa loja online. Você pode inclusive parcelar suas compras no cartão.

Leave a comment »

Líder 101: apaixonada por carro antigo, como todo brasileiro!

A Líder 101 tem o maior estoque de peças para seu antigo nacional, seja qual for o modelo do seu carro: Fusca, Karmann-ghia, Puma, Opala, Maverick, Dodge, Corcel, Kombi, Brasília, Chevette, Passat, Aero-Willys, Galaxie, Landau, é só falar, a Líder 101 tem!

Foi-se o tempo do “carro velho”. Hoje, com toda a parafernália eletrônica e todo o plástico dos carros modernos, é que se pode admirar ainda mais toda a beleza essencial dos carros antigos nacionais. Carros que tinham personalidade marcante, e design único. Não como os carros de hoje, que parecem todos saídos da mesma fôrma. A gente via de longe que carro era, reconhecia-o pelo ronco do motor. Todo mundo tem uma história para contar que inclua um carro nacional clássico (ao menos todo mundo com mais de 30 anos), como o primeiro fusca (o carro que todos tiveram, tem ou terão um dia), ou um objeto de desejo como o Maverick V8, o Dodge Charger, ou aquela mosca branca de olho azul, um Simca-Chambord e seu pequeno V8, o DKW e seu singular motor 2 tempos de 3 cilindros, ou o charme básico e clássico do Fusca pré-1970.

Enfim, todos nós temos um carro nacional antigo em nossos corações, e a Líder 101 tem peças para todos eles!

Leave a comment »

Um clássico tamanho família: Kombi

kombi-antiga-lider-acessoriosO nome Kombi vem do alemão Kombinationfahrzeug que quer dizer “veículo combinado” (ou “Veículo Multi-Uso”, em uma tradução mais livre). O conceito por trás da Kombi surgiu no final dos anos 40, idéia do importador holandês Ben Pon, que anotou em sua agenda desenhos de um tipo de veículo inédito até então, baseando-se em uma perua feita sobre o chassi do Fusca. Os primeiros protótipos tinham aerodinâmica terrível, porém retrabalhos na Faculdade Técnica de Braunschweig deram ao carro, apesar de sua forma pouco convencional, uma aerodinâmica melhor do os protótipos iniciais com frente reta. Testes então se sucederam com a nova carroceria montada diretamente sobre a plataforma do Fusca, porém, devido a fragilidade do carro resultante, uma nova base foi desenhada para o utilitário, baseada no conceito de chassis monobloco. Finalmente, após três anos passados desde o primeiro desenho, o carro ganhava as ruas em 8 de março de 1950.

No Brasil o grupo Brasmotor passou a montar o carro no Brasil em 1953 e a partir de junho de 1957 sua fabricação – o que faz do veículo o primeiro Volkswagen fabricado no Brasil, e o que esta há mais tempo em produção. O Brasil é o único lugar no mundo onde o modelo ainda é produzido com motor traseiro. É o carro mais antigo ainda fabricado no Brasil.  A Kombi é produzida no Brasil da mesma forma há cinqüenta anos. Embora isso demonstre a viabilidade do projeto original, tal sobrevida se deve muito mais à peculiaridade da economia e sociedade brasileiras, onde um anacrônico modelo divide as ruas (e o mercado) com modelos muito mais modernos.

Além de ser um utilitário robusto, barato e confiável, a Kombi é hoje um clássico que vem sendo restaurado cada vez mais. Se você quer dar um trato na sua Kombi antiga e não está encontrando peças, venha para a Líder 101, a melhor loja de peças para carros antigos de São Paulo. Veja abaixo algumas das peças que oferecemos para sua restauração de Kombi:

pecas-kombiPeças para Kombi:

  1. Buzina Ugo-Ugo
  2. Calotas originais 5 furos
  3. Lanterna traseira Kombi nova
  4. Farol otiginal completo com aro para Kombi antiga
  5. Placa clube automóvel
  6. Cinzeiros originais antigos e novos
  7. Pisca original Kombi antiga
  8. Pisca Kombi nova
  9. Emblema VW Kombi antiga original
  10. Tampa do volante
  11. Lanterna traseira Kombi antiga

Temos também todas as borrachas e frisos da Kombi.

Comments (2) »

SP 2: um esportivo nacional

sp2-lider-acessorios-pecasNo Brasil, no início da década de 70, os carros esportivos mais comuns eram o Karmann Guia (em duas versões, a tradicional lançado em 1962, e a TC, uma tentativa de dar novas linhas ao clássico), produzido pela VW, e o Puma. As vendas do Karmann-Ghia não tinham o mesmo sucesso do Puma, que estava no auge e era um verdadeiro sonho de consumo. A VW decidiu participar do mercado esportivo com um novo carro, arrojado e moderno, que pudesse ser melhor que o Puma.

Este novo carro esportivo não era uma simples adaptação baseada em chassi de Fusca, o SP2, o primeiro carro nacional totalmente projetado no Brasil, foi desenhado por Senor Schiemann, que desde 1969 já tinha idealizado o desenho básico do carro. A frente do SP2 foi inspirada no modelo europeu VW 412 (Type 4), (assim como os brasileiros Variant e Brasilia, também criados por Leiding). Mas, os trabalhos na prancheta começaram mesmo em novembro de 1970, projeto este que ficou conhecido como “Projeto X”, e era guardado a sete chaves pela VW. Leiding ficou impressionado com o desenho do novo carro e mandou construir um protótipo para a Feira da Industria Alemã, em São Paulo, em março de 1971. Após muita expectativa, finalmente foi exibido ao público, dividindo a atenção da feira com o protótipo C111 da Mercedez Benz.

Como já era esperado, as reações do público e da imprensa foram das mais positivas, sobretudo pelo estilo agradável do carro. Durante mais um ano ainda, o esportivo da VW manteve o público em suspense, recebendo pequenas modificações e acertos finais para chegar ao mercado.

Finalmente, em junho de 1972 foi lançado o novo carro, batizado de SP (Sport Prototype) nas versões SP1 (1.584 cc e 65 cv) e SP2 (1.678 cc e 75 cv). A maioria dos revendedores recebeu o primeiro carro apenas em julho, e o lançamento foi um sucesso. No exterior, o esportivo brasileiro também foi notícia. A revista alemã Hobby anunciou-o como o “Volkswagen mais bonito do mundo”. Outra publicação, a Car & Driver, norte-americana, avaliou o SP2 e conclamou a matriz alemã a produzí-lo em escala mundial.

O SP2 foi construido com chassis e mecânica basicamente da VW-Variant, com algumas diferenças, como freios dianteiros a disco e motor de 1679cc com dupla carburação (Solex 34 PDSIT). Os 75cv a 5000rpm levam o SP2 a 100Km/h em apenas 13 segundos, uma boa marca para 1972. Um detalhe interessante é a altura do carro, de apenas 1158mm, mais baixo que o Karmann Ghia ou o Porsche 914. Foi o carro nacional de série mais baixo já produzido.

Quase três mil unidades foram vendidas naquele segundo semestre de 1972. Nos anos seguintes, a demanda caiu, mas, manteve o mercado estável. O carro não recebeu modificações, exceto novas cores. Em 1975, o SP1 (que teve pouquíssimas unidades) já não estava mais disponível, permanecendo apenas o SP2, que inclusive já era o nome popular do modelo. Um projeto tão arrojado como o do SP2, mas destinado a um mercado tão restrito, certamente seria impensável hoje para uma grande montadora. Mas o VW SP2 nasceu em uma época áurea, em que a indústria automobilística brasileira podia se dar ao luxo de sonhar.

Precisa de peças para seu SP 2? Líder 101 é a sua melhor opção!

peças para SP 2 na Lider Acessórios

peças para SP 2 na Líder Acessórios

Peças para SP 2:frente-sp-2-lider-101

  1. lanterna traseira
  2. Farol Arteb original
  3. Saída de ar quente
  4. Iluminação interna
  5. Piscas originais SP2

Temos também emblemas, pára-choques originais, aros de farol, pestanas,  e muito mais!

Leave a comment »

Karmann Ghia TC: a segunda geração de um clássico VW

frente-karmann-ghia-tc-lider-101Mesmo que seu design ainda agradasse na época, e praticamente sem concorrentes nacionais, o peso dos anos foi o responsável pelo fim do modelo clássico. Desta forma, numa tentativa de revitalizar o modelo, a Volkswagen preparou para apresentar no Salão do Automóvel de 1970, o Karmann Ghia TC (Touring Coupê). Apesar de manter vários vínculos estéticos com o seu antecessor, o TC basicamente constituia um novo carro, destinado a outro nicho do mercado (mais caro). Ao invés da plataforma do sedan, o TC baseava-se na plataforma do TL. A sua traseira fastback e detalhes dos faróis e pará-lamas o faziam assemelhar-se muito ao Porsche 911.

A adoção de freios a disco nas rodas dianteiras e um baixo centro de gravidade contribuiam para o apelo esportivo que a montadora queria do modelo. O motor mesmo sendo um 1600, como nos últimos Karmann Ghias, no TC vinha com o mesmo acerto da motorização que equipou o “Super-Fuscão”: 1584 cc, taxa de compressão de 7,2:1; potência máxima de 65HP SAE a 4600 rpm; torque máximo de 12 mkg SAE a 3000 rpm; sistema de alimentação com dois carburadores de corpo simples, de aspiração descendente. Como resultado a Volkswagen anunciava que seu novo esportivo era capaz de atingir 145 km/h.

O TC era uma proposta inovadora no inexplorado mercado de esportivos brasileiros. Mas duas outras opções (além do seu preço), contribuíram para uma vida curta do carro. A primeira, vinha da Puma, que teve justamente nos anos em que o TC foi fabricado, sua época mais forte no mercado brasileiro. A segunda opção de concorrência veio da própria Volkswagen, com o SP1 e SP2, que constituiram um esportivo bem mais moderno e atraente na época. Assim, com vendas bastante baixas durante sua vida, em 1975 o TC deixa a linha como o último Karmann Ghia a ser fabricado.

karmann-tc-lider-101-acesso

Peças de Karmann Ghia TC disponíveis na Líder 101:

  • pára-choques dianteiro e traseiro
  • faróis originais
  • aros de farol
  • pestanas
  • piscas dianteiro e traseiro
  • emblemas de capô e painel
  • acessórios para o interior

Entre em contato para conhecer nossa linha completa de acessórios para Karmann Ghia TC e outros clássicos nacionais!

Leave a comment »

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.